A Conspiração dos Dentistas

Cídia e Dan – Ain’t No Mountain High Enough

As pessoas têm todo tipo de “Teoria” de Conspiração (ou hipóteses, na verdade): a de que o homem nunca foi à Lua, a de que empresas privadas de segurança financiam o tráfico e a violência, enfim, se você é um ser pensante você também tem a sua “teoria” sobre alguma coisa.

Uma das minhas “teorias” é a de que os dentistas conspiram em seu próprio benefício no Dia das Crianças, financiando todas aquelas balas, pirulitos e chicletes que são distribuídos na rua neste dia. Aliás, em qualquer data festiva que envolva crianças, você vê alguém vestido de palhaço com um saco cheio de balas. Provavelmente a Associação de Dentistas promove essa distribuição, visando o retorno financeiro que isso traz. Eu sempre me pergunto: esse povo  que dá esses doces vai pagar a conta do dentista depois? Porque se juntarmos a quantidade de doces que os pirralhos comem + a falta de vontade de escovar dentes que eles têm = cáries. E cárie em criança é praga, quem nem piolho.
Eu sou a favor de outro de lembracinhas “saudáveis” para crianças: brinquedinhos, livros, massinha de modelar, lápis de cor etc. Mas nada disso é tão barato como balinhas né?

I don’t wanna come back down from this cloud

Janet Jackson – Together Again

Todo mundo já teve suas “teorias” sobre nuvens. Quando eu era mais nova pensava que eram de algodão, talvez até algodão-doce, só que branco ao invés de rosa, como muita criança já deve ter pensado também. Em outra época ficava pensando em formas de chegar até elas, o que pra mim era “muito fácil”: era só pegar uma escada beeeeeem grande, subir e pronto. E, na minha cabeça, eu não entendia como ninguém ainda havia pensado nisso. ¬¬
Depois de adulta, quando tive oportunidade de ver nuvens de pertinho e de outro ângulo (da janela do avião), vi que ainda despertavam minha imaginação. É que, se você olhar bem, elas podem parecer, às vezes, com uma floresta de coníferas congeladas, cobertas de neve, ou ainda com a superfície do Pólo Sul. Mas a melhor das imagens que vem à cabeça é a de que se pode sair brincando entre elas, pulando de nuvem em nuvem, dando cambalhotas, etc.
É… será que o céu é o limite?

Efeito bumerangue

Alanis Morissete – Ironic

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Taí… se tem um jogo que nunca vi muita graça é o tal do bumerangue: você atira o objeto pra longe de você, com a intenção de que ele retorne nas suas mãos, do jeito que saiu, só que muuuuito tempo depois (dependendo da força com a qual você lançar). E repete isso por horas, dias, durante anos.
Eu nunca entendi bem tudo isso… vai ver, que é porque eu sempre só mandei pra longe as coisas que não queria mais de volta. É doloroso me separar do que gosto mas, quando é preciso, eu faço… e para nunca mais rever, pensar ou sentir falta depois.
Pode apostar.