Trips

Gwen Stefani – Rich Girl

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Adoro fotos de viagem. Tanto as minhas como a dos outros. É através dessas fotos que você conhece uma porção de lugares novos, ou descobre pequenas belezas em lugares já conhecidos. Cada fotografia é um ponto de vista pessoal sobre a impressão que o lugar causa. Se hoje eu sei uma porção de informações geográficas a respeito de muitos países é porque já vi muitas fotos de amigos, revistas ou porque passei horas em frente ao computador fazendo roteiros fictícios de viagem. Eu pretendo, como todo mundo, “mochilar” o mundo todo.
Então, se você for viajar, tira bastante fotos pra mim, tá?

Ps: Foto “roubada” de um flickr. Lugarzinho charmoso em algum lugar do sul do país.

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R.I.P. 2

Mallu Magalhães- J1

Ano passado estive em um velório/enterro de uma colega de serviço que teve complicações depois de uma cirurgia.  Eu tinha pouco contato com ela, mas sempre que a morte ronda alguém que faz parte do meu dia-a-dia, eu fico pensando as mesmas coisas:

O que eu faria se tivesse acontecido com alguém da minha família?”

Isso é o que mais me dá medo, eu sei que ficaria tão abalada que não saberia fazer nada, nem pra quem ligar, onde ir ou o que assinar. Sei que deveria tomar parte das coisas que acontecem dentro de casa, saber de tudo o que se possa saber, para facilitar estes momentos difíceis. Ainda não sei porque não o faço.

A vida é tão curta, e a gente se preocupa com tantas bobagens

A gente deixa de fazer tantas coisas por vergonha,  medo de engordar, de pagar mico, de ser criticado. Quantas vezes não se poderia falar alguma bobagem, dar uma risada gostosa ou dar declarações espontâneas de afeto aos amigos, mas o “bom-senso” nos tolhe?

Nunca mais vou ver ou falar com essa pessoa

Sim, é uma coisa óbvia, mas demora até a ficha cair. Riscar o telefone do falecido na sua agenda sabendo que não vai mais poder ligar é a primeira atitude que me faz entender  a gravidade da situação.

Férias

Este é um post super-ultra-mega-plus atrasado. Entre os problemas que esse computador me dá e a correria do começo do ano, não tive tempo pra aparecer aqui. Mas, nunca é tarde para reorganizar as coisas. Então lá vai!

Outra temporada de férias no Rio de Janeiro. É bom lembrar as coisas que eu gosto lá:

Comer a pipoca doce dos carrinhos na rua – bem melhor que a pipoca doce da minha cidade.

Ir à praia, olhar o mar e cavoucar a areia com os pés – para algumas pessoas não há nada demais nisso, mas eu, que não moro perto de praia, adoro!

Todos os prédios antigos do centro e adjacências – quem dera houvesse interesse na conservação deles.

O sorvete sabor “crocante ” da sorveteria que só tem lá – nenhum outro sabor substitui este.

A Ilha Fiscal – amor à primeira vista (“Se o Rio é uma caixa de jóias, a Ilha Fiscal é o colar de pérolas”).

Os fogos da virada Ok, é meio brega, mas eu ainda fico 20 minutos boquiaberta toda vez que vejo. Acho que pelo menos uma vez na vida, todo mundo devia ver.

As coisas nada boas da cidade:

Cigarro, maconha, vela queimando e outros odores típicos na virada do ano – não dá pra se acostumar nunca com isso.

A quantidade de mendigos na rua – você praticamente vê um a cada quarteirão. Nunca tinha ido a uma cidade onde houvesse tantos. É incrível como o número só aumenta. O que se faz sobre isso?

Cocôs de cachorro nas calçadas. Primeiro é difícil entender como há tantos cachorros nessa cidade sendo criados em apartamentos, o que deve deixá-los estressados (os vizinhos também). Pior é possuírem donos tão nojentos que deixam o cocô deles em qualquer lugar. Até em São Conrado, onde eu imaginei que as pessoas se importassem mais com a limpeza das calçadas, tinha uma porção deles e quase piso em um. Copacabana já tem um odor característico de cocô, dá pra reconhecer o bairro pelo cheiro. Há cachorro em shopping, na praia e até vi uma vez uma mulher beijando o cachorro na boca. Afff.

Ano que vem, outra lista. Outra vez, Rio de Janeiro. =)