Hoje fiquei com febre a tarde inteira…

Uma TPM “braba”, uma semana terrível, ardendo em febre a tarde toda, garganta inflamada, um choro sufocado querendo sair, muitas decepções, vontade de ir morar no Quirguistão…
C’est la vie…
:/

E que outro dia como esse só se repita daqui a 4 anos!

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And in your head do you feel what you’re not supposed to feel

Oasis – Live Forever

Eu não estou bem, porque a TPM está de volta, porque algumas coisas me deixaram triste, porque a tristeza dos outros também não me faz bem, porque odeio segundas-feiras, porque um dia com 24 horas tá voltando a parecer pequeno para se fazer tanta coisa.
O que me consola é que amanhã tudo recomeça e não há nada como um dia após o outro e uma noite bem dormida no meio.

Variações de mim (by Lucas)

Oasis – Sunday Morning Call

Lucas é um amigo meu, muito estranho (cansei de dizer isso a ele) porém, divertidíssimo e muito criativo (já postei diálogos nossos aqui).
Uma coisa que ele sempre faz e eu adoro é quando muda meu nome de acordo com as situações.
Até então eu não sabia que Virgínia fosse um nome tão maleável:

Ausentínia – porque estou sempre “ausente” no msn.
Luquínia – é que eu sou fã dele.
Baleínia – ele diz que eu como tanto que devia ser uma baleia.
Sujeirínia – quando ele cismou que eu não tomava banho.
Faxineirínia – caso eu seja rebaixada de função no emprego.
Firvínia – a pronúncia com a língua presa.
Coelhínia – variação com um “apelido” meu.
Couvegínia – sugestões com comida.
Brócolisgínia ou Brocolínia – ainda no tema anterior.
Cenourínia – Imagina a Coelhínia comendo a Cenourínia? Canibalismo 😛
Virgugínia – O “feminino” de Virgulino.
Esquecidínia – porque a minha memória é uma vaga lembrança.
Donkeygínia ou Donkínia – só porque eu demorei a entender uma piada. ¬¬

I’d like to fly but my wings have been so denied

Pato Fu – Qualquer Bobagem

Tem algo errado na minha vida. Há muitos sinais que têm demonstrado isso e são óbvios demais para não serem notados. É preciso mudar muita coisa.
Por hora estou bem intimista, concentrada em entender este momento. O problema é que as pessoas estão notando meu jeito diferente porque não sei disfarçar, aí tento sair à francesa, já que dar explicações não vai ajudar em nada, quando eu mal sei o que está havendo.

Eu quero uma casa no campo… (quero?)

Joss Stone – Treat Me Right (I’m Yours For Life)

Então fui passar o fim de semana no interior, com parentes. Primeiro chego à chácara de um tio. Muita gente foi pra lá – gente do tipo que come feijoada às 22 da noite. o.O
Mas antes tivemos a visita de um rato passeando pela casa e dois gambás que foram mortos pelos cachorros (um deles foi dividido ao meio entre o pit-bull e o basset).
Após uma noite de sono estranha (por causa do barulho do pessoal lá fora), fui dar uma volta, de manhã, pela chácara, e vejo o que dentro da piscina? Um sapo. Tava ali, boiando, às vezes mergulhava, estava tentando sair. Meu primo usou a redinha de limpar piscina para pegar o pequeno ser, e sua intenção era arremessá-lo no meio do mato mas, no meio do caminho tinha um coqueiro, tinha um coqueiro no meio do caminho, o sapo esborrachou-se no tronco e caiu no chão com as patas pra cima. Aposto que se ele quisesse jogar o sapo no coqueiro não teria acertado. Fui ver se o bicho sobreviveu, ele ainda estava respirando e uns minutos depois estava saltitante.
Mais tarde a cadelinha basset entra em trabalho de parto, precisou de ajuda e uns empurrões pro filhote sair, isso demorou umas 3 horas e o bebê estava morto. Parecia mal-formado. Junto com ele saiu a placenta e um sangue escuro, preto mesmo. A cadela lambeu o sangue, comeu a placenta e queria comer o filhote. Coisas da natureza…
O que sei é que sempre me divirto e aprendo muito com esse mundo desconhecido que é a vida no interior. Fico com vontade de ter uma chácara para passar os finais de semana. Mas é só uma daquelas idéias que surgem e vão embora antes de criar raiz.