Camisa-de-força

Terça-feira, 30 Junho 2009

Mafalda: a minha preferida

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 20:39 pm

♫ Michael Jackson – You are not alone

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Quinta-feira, 25 Junho 2009

Máximas

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 18:29 pm

♫ The Wonders – Little Wild One

“Ensaio Sobre a Cegueira” exemplifica aquele ditado: em terra de cego… quem tem um olho enxerga cada coisa! o.O

Domingo, 14 Junho 2009

Só pode ser isso

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 21:15 pm

♫ Eric Carmen – Hungry Eyes

Unhappy Clown

"Unhappy Clown"

Outra noite, deitada na cama antes de pegar no sono, fiquei pensando em alguns acontecimentos da minha vida e acho que, finalmente,  entendi porque é que não gosto de palhaços. É que no fundo me identifico com eles: palhaços se fingem de desastrados, bobos, estúpidos,  causando o riso de quem vê. E a platéia ri, porque acha engraçado qualquer coisa de ridículo que o outro tenha ou faça.
Eu não gosto de ser platéia, então só posso ser palhaço… e não gosto da minha condição!

Sexta-Feira, 5 Junho 2009

“Todos tem o direito de serem estúpidos, mas tem muita gente que abusa.”

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 22:53 pm

♫ Spice Girls – 2 Become 1

Um idiota me liga em casa, à cobrar. Eu atendo (afinal nunca se sabe se é algo importante), o cara diz: “Você ouviu uma mensagem de ligação à cobrar não é? Pois então, aqui é da empresa de telefonia X, quero dizer que esta ligação está sendo gravada e…”PI PI PI
Desliguei, óbvio, um mané liga em casa querendo me dar um golpe e ainda faz uma ligação a cobrar? Cara-de-pau tem limite!

Quinta-feira, 4 Junho 2009

Coincidências macabras

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 20:54 pm

♫ Mungo Jerry – In the Summertime

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Não é uma coincidência o fato de que este acidente com o avião do vôo 447 Rio-Paris tenha acontecido justamente no ano em que se realiza o projeto  “Ano da França no Brasil “?

Sexta-Feira, 29 Maio 2009

É o que eu acho.

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 22:36 pm

♫ Juanes & Nelly Furtado – Fotografia

É tão bom resolver pendências! Sensação de dever cumprido. Parece que são itens a menos  na lista interminável da vida. Mandei todos os emails que queria mandar, respondi os scraps, comprei coisas que faltavam em casa. Só restam 8.947.846 coisas até o fim do ano. E ainda não cumpri os dois primeiros e mais importantes itens para este ano.

Comentário fútil do dia: Como eu pude viver até hoje sem um porta-cartões? É uma invenção sensacional, igual ao ralo de banheiro que gira.

Quarta-feira, 27 Maio 2009

Da série: o sonho não acabou

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 19:23 pm

♫ JJ Lin – Always Online

Outro dia sonhei que atravessava o Canal da Mancha. Tudo bem que ele tinha uns 562 km a menos que o real, mas foi emocionante atravessar aquela ponte assim mesmo. Sim, eu disse ponte,  é que  no sonho o canal tinha uns 5 metros, com essa distância dá pra fazer uma ponte, oras. O sonho é meu e posso me apropriar do canal do jeito que eu quiser. :P
A grande dúvida é: sonhar com o Canal da Mancha significa o quê? Freud  interpreta?

Sábado, 23 Maio 2009

Da capo, per favore!

Arquivado em: Pensamentos de meio-minuto — theglimpse @ 23:20 pm

♫ 10 000 Maniacs – More Than This

Sabe aqueles momentos na vida em que você tem certeza que a partir dali tudo mudou?
Pois é, eu não.

:/

Quem avisa, vizinho é.

Arquivado em: Pensamentos de meio-minuto — theglimpse @ 23:14 pm

♫ Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede – Transpiração

Vizinho que ouve música sertaneja em volume irritante (ô raça!): seja onde for, você ainda vai ter um.

Domingo, 17 Maio 2009

É mera coincidência?

Arquivado em: Cuma??? — theglimpse @ 18:50 pm

♫ George Michael – One More Try

Sempre achei a “coincidência” algo instigante demais. Já parou pra pensar em quantas coisas precisam acontecer para você, por exemplo,  encontrar “coincidentemente” aquele amigo na rua? Pois então pense, através de uns exemplos da minha vida:

Aconteceu um caso engraçado comigo. Estava em Copacabana, deitada na areia, tomando sol, tranquila da vida, daí vejo passar uns dois metros à frente,  um amigo meu aqui da minha cidade, que não via há tempos, eu nem sabia que ele estava no Rio. Na hora, fiquei tão surpresa que até esqueci o nome dele e não pude chamá-lo pra bater papo. Mas olhei as horas pra me lembrar de contar depois que o tinha visto. Dali a meia hora, eu ainda deitada na areia, ouço umas vozes se aproximando, olhei pra cima e era o meu amigo voltando!  Só que dessa vez, passou bem do meu lado, quando olhei pra cima, ele olhou pra baixo e fizemos aquela cara de “Você!!! Aqui???”.
Agora observe os detalhes, note como foi o encontro: ele estava como turista no Rio, que é uma cidade bem grande, com milhões de lugares pra visitar mas, naquele momento, estávamos na mesma praia, mesmo assim, ele poderia estar em outro ponto, ou andando no calçadão, mas não, primeiro ele passa bem na minha frente (se eu estivesse olhando para outra direção nem o teria visto), depois ele volta passando justamente ao meu lado. Ele poderia ter seguido para Ipanema ou ter voltado por outra rua do bairro e, nesse caso, não nos veríamos, só que foi bem próximo a mim e nos olhamos no mesmo instante. Entretanto, aqui na nossa cidade,  nunca nos encontramos assim. Quando nos falamos pelo msn eu sempre brinco: “E aí? Vamos marcar um encontro em Copacabana de novo?”

Outro caso foi assim: eu estava saindo da faculdade e indo com mais duas amigas (Lu e Gi) pra casa de uma delas (a Lu). Paramos na calçada esperando o sinal fechar para atravessar a rua. Neste exato instante, o pai da Gi, que é caminhoneiro,  passa pela rua no caminhão dele e a vê ali.  A Gi, claro, ficou morrendo de medo de levar bronca em casa porque ele não sabia que ela estaria ali, pois àquela hora deveria estar em casa.
Mas vamos analisar a situação: oras, ele é um caminhoneiro, pense em quantos lugares do Brasil ele poderia estar naquele momento, em milhares de outras estradas, ou mesmo em qualquer outra avenida da cidade. Mas ele estava passando na rua, justamente no instante em que a filha estava ali. E ele poderia também ter passado horas antes, ou minutos depois, que seja, e assim, não teria visto a Gi. Mas ele passou no exato minuto em que estávamos ali.
Quem explica essas coisas?

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